22 de junho de 2018

MocaReviews | Isla and the Happily Ever After

Olá! Hoje venho falar-vos sobre o último livro da triologia da Stephanie Perkins, Isla and the Happily Ever After. A minha edição foi publicada no Reino Unido em 2014, pela Usborne Publishing. Em Portugal, penso que o livro não se encontra traduzido.

SINOPSE: A romântica incurável Isla tem uma crush no inquietante artista Josh desde o primeiro ano deles na School of America in Paris. E, depois de um encontro, em Manhattan, durante as férias de verão, o romance pode estar mais perto do que a Isla imagina. Mas, assim que começam o senior year de volta a França, a Isla e o Josh são forçados a enfrentar a incerteza dos seus futuros, e a possibilidade real de estarem separados.
Com os maravilhosos cenários de Nova Iorque, Paris e Barcelona, esta é uma história bonita, irresistível e de partir o coração de amor verdadeiro, e a conclusão perfeita para a série da Stephanie Perkins.


OPINIÃO: A triologia chegou ao fim e eu já estou com saudades dos personagens. Esta história passa-se no mesmo universo temporal de Lola and the Boy Next Door, do qual fiz review aqui, ou seja, um ano depois do primeiro livro, Anna and the French Kiss (review aqui). Os protagonistas são a Isla e o Josh, que apesar de terem passado os últimos três anos na mesma turma e muitas vezes sentados lado a lado, só falam um com o outro, na sua cidade natal, quando a Isla está tão cheia de anestesia que perde a timidez. A partir desse momento, tudo muda para os dois e, para mim, a melhor parte é o crescimento das personagens, que os leitores têm a oportunidade testemunhar, principalmente o do Josh. No primeiro livro, o Josh era uma personagem que estava "sempre" presente, mas era retratado como imaturo e irresponsável, agora podemos perceber o porquê dele exibir esse tipo de personalidade, conhecê-lo verdadeiramente e perceber que não é, de todo, imaturo e irresponsável, apenas mal compreendido. Quanto à Isla, ela passa a conseguir fazer-se ouvir, quando tudo o que queria antes era ser invisível.

De um modo geral, posso dizer que este livro ou melhor, que toda a triologia, são dos melhores livros YA que li até hoje - e eu já li bastantes! Mas estou sempre aberta a sugestões, por isso digam-me quais são os livros YA que tenho mesmo de ler? Eu estou a pensar ler a triologia da Jenny Han e mais alguns da Rainbow Rowell.
Beijinhos e até à próxima.

10 de junho de 2018

UPDATE | Estou de volta? SIM!!!



Olá! Como estão? Eu cá tenho andado um bocado desaparecida, mas isso não é novidade para vocês... Passou cerca de um mês desde a última vez que abri o Blogger, e ainda mais tempo desde que publiquei alguma coisa por aqui. A razão: falta de inspiração e vida académica.

Este mês, o blog completa 5 anos de vida e, sem dúvida, que quando o criei achava que era muito mais fácil ter um blog, do que é na realidade, especialmente para uma procrastinadora, como eu. Primeiro, é preciso saber do que se vai falar, que no meu caso engloba uma variedade de temas, desde maquilhagem a livros, de cinema a música. E, em segundo lugar, é preciso descobrir uma forma de abordar esses temas, e é neste ponto que a inspiração me tem falhado nas últimas semanas e também onde entra a vida, em especial a académica.

Eu estou a terminar o meu 3º ano de faculdade e as minhas últimas semanas têm consistido em fazer trabalhos, apresentar trabalhos, fazer resumos, estudar para frequências e fazer frequências. No meio desta rotina louca, ainda tenho de arranjar tempo para dormir, respirar e alimentar-me de forma decente, portanto, como podem calcular o blog é a última coisa a passar pela minha cabeça... ou nem por isso.

Na verdade, no meio de toda esta agitação, o meu cérebro despertou e ofereceu-me cerca de 25 ideias para novos posts e vídeos, que irei colocar em prática, quando terminar as frequências e regressar a casa. Portanto, nos próximos dias e semanas, podem esperar várias reviews de livros e maquilhagem, que estão nos rascunhos há mais tempo do que deveriam, e também updates relativos ao meu project pan e à minha relação com o meu Bullet Journal, entre outras coisas que estão apontadas no meu caderninho de ideias.

Espero que tenham ficado quase tão entusiasmados com o que está por vir, como eu estou por poder voltar a trabalhar neste cantinho que tanto adoro. E, se tiverem alguma ideia, de post ou vídeo, que gostariam de me ver desenvolver, deixem-na nos comentários ou nas minhas redes sociais.
Beijinhos e até à próxima.

23 de abril de 2018

Project Pan 2018 | Introdução

Eu sei que estamos quase a terminar o mês de abril, mas no início do mês passado encontrei um projeto que me chamou à atenção - o Project Pan - e percebi logo que era algo em que queria participar, mas como o mês já ia a meio, decidi apenas começar em Abril e aqui estamos! (Nota: Eu gravei o vídeo no inicio de abril, mas a vida resolveu pregar-me partidas e só agora é que o estou a publicar.)



Então, o que é Project Panning e porque é que eu resolvi começar?
Basicamente consiste em tentar chegar ao fundo da embalagem ou terminar completamente algum produto, da vossa coleção, geralmente num certo espaço de tempo. Esta forma de usar maquilhagem promove o anti-consumismo e usar aquilo que já se tem, em vez de estar sempre a comprar os novos lançamentos, principalmente porque maquilhagem também tem prazos de validade e usar algo completamente pode demorar mais tempo do que o esperado, ou seja, leva-vos a pensar bem naquilo que querem adicionar à coleção. Geralmente não se inclui apenas maquilhagem, mas qualquer produto de beleza e o número de itens mais comum é 10 (mas eu vou começar com 17).
Eu resolvi começar, porque quero dar mais atenção e realmente aproveitar a maquilhagem que compro, não só para que não sentir que estou a gastar dinheiro à toa, mas também para perceber o que funciona e o que não funciona para mim.

Antes de vos mostrar os itens que selecionei, vou falar-vos das regras que criei para me controlar e fazer de tudo para respeitar o projeto e completá-lo com sucesso (vocês podem criar as vossas):
1. Tenho de terminar completamente o produto para o retirar da lista. Depois de o terminar farei uma review final sobre o mesmo.
2. Quando retiro um produto da lista, posso acrescentar outro, da mesma categoria.
3. Os únicos produtos que estou autorizada a comprar antes de terminar os 17 são aqueles de que não tenho duplicados. Por exemplo, se tenho três bases e termino uma, não posso comprar outra; tenho de usar uma que já esteja na minha coleção. Mas se apenas tiver uma e ela acabar, posso comprar outra para a substituir. EDIÇÃO (30/06/2018): Em vez de me impedir completamente de comprar maquilhagem, de categorias que estejam incluídas, permito-me a comprar o mínimo necessário, ou seja, estou a passar de uma restrição total, para o método low-buy.

Agora que já conhecem o projeto, vamos então ver quais são os produtos que incluí e porquê.



Já conheciam o projeto? O que acham desta ideia?
Beijinhos e até à próxima.

28 de março de 2018

Wishlist | Maquilhagem e Skincare 2018

Depois de vos ter mostrado os livros que estão na minha lista de compras para o ano (ou pelo menos parte dela), venho agora mostrar-vos a maquilhagem que, depois de três meses de deliberação, considero que faz falta na minha coleção. 
Tal como para os livros, foi-me bastante difícil, escolher no início do ano aquilo que quero comprar durante o mesmo, sabendo que existirão novos lançamentos, que certamente me irão fazer suspirar. Mas, eu também sei que apenas compro algo, depois de ter realmente a certeza de que faz falta na minha coleção, ou seja, mesmo que algo me faça suspirar este ano, a probabilidade de realmente a comprar é bastante reduzida. 

Assim, estes são os produtos que fazem parte da lista.

SKINCARE

Começando pelos cuidados de rosto, no ano passado, aquando do lançamento da marca The Ordinary, do grupo DECIEM, apenas adquiri o High Adherence Silicone Primer, pois todos os outros produtos que queria experimentar estavam esgotados. Um ano depois, alguns continuam ainda esgotados (estou a olhar para ti Ácido Glicólico 7%), mas outros estão disponíveis e, mal posso esperar por experimentá-los. A marca Pixi chegou recentemente a Portugal, através da Sephora, e se há produto que quero experimentar é o Glow Tonic, que contém Ácido Glicólico a 5% (especialmente porque o da The Ordinary está esgotado). Da The Body Shop gostava imenso de experimentar a Manteiga e o Óleo de Limpeza de Camomila.


PELE


Depois dos cuidados de pele, que, para mim, são o mais importante, vamos para a parte divertida, a maquilhagem. Começando pelo primeiro passo na maquilhagem, o primer ou primário, neste momento tenho dois semi-acabados dentro da minha gaveta, portanto acho que mereço experimentar novos. E, foi assim que o tão famoso Porefessional (Benefit) e o Hydrating Primer (Milani) entraram na minha lista, além de repor o da The Ordinary. Quanto às bases, quero muito experimentar a nova Fast Base Foundation Stick (MUR), adquirir a Photofocus (Wet N Wild), num tom mais claro, pois o que tenho é um pouco escuro para mim e talvez até experimentar a Natural Lightwight Foundation (NARS). Para corrigir olheiras e outras marcas quero experimentar o novo Conceal and Define (MUR), que algumas pessoas consideram dupe para o Shape Tape (Tarte), e o Soft Matte Complete Concealer (NARS), que tem muito boas reviews online. Eu não preciso de mais iluminadores ou bronzers, pelo menos não enquanto não terminar algum dos que tenho, mas a Tati tem falado tanto do iluminador Master Chrome na cor Rose Gold (Maybelline), que não resisto a querê-lo para mim. E, como sou branquinha gostava imenso de experimentar o Hoola Lite (Benefit). O All Nighter (Urban Decay) é o setting spray que eu acho que toda a gente tem, e que gosta unanimamente, portanto claro que o quero na minha coleção.

PALETAS DE SOMBRAS


Além de batons, paletas de sombra são os meus itens de maquilhagem favoritos para comprar e acrescentar à minha coleção. Portanto, fiquei bastante surpreendida comigo quando vi um número tão reduzido de itens nesta categoria. A Zoeva é uma marca alemã que ficou famosa pela qualidade dos seus pincéis e pela famosa Cocoa Blend, que já tenho; agora, gostava de adquirir a Naturally Yours, que é uma paleta mais neutra, perfeita para o dia-a-dia e a Matte, que tem cores mais vibrantes mas usáveis. Da I Heart Revolution, gostaria de experimentar as Chocolate Palettes, principalmente a Salted Caramel, que eu acho ser um dupe de uma da Too Faced. A Modern Renaissance (ABH) foi das paletas mais faladas e usadas na internet no ano passado, agora que já passou todo o hype à volta dela, sinto que realmente seria uma mais valia na minha coleção e gostava imenso de a ter. E, por fim, mas não menos importante, tenho aquela que será a minha porta de entrada na marca Models Own, a Barely There 2, que eu descobri que existia num vídeo da Tati (GlamLifeGuru), onde ela falava super bem da pigmentação e das cores e a considerava uma das melhores paletas à venda em drugstores. 

Pode parecer muita coisa, mas eu asseguro-vos que esta é a versão mais pequena que esta lista já teve. Não incluí batons, porque quero terminar alguns antes de pensar em comprar mais e também não incluí máscaras de pestanas, porque tenho 5 abertas que pretendo terminar antes de pensar em comprar mais, apesar de estar de olho na Bal Gal Bang, da Benefit e na Monsieur Big, da Lancôme.
E vocês, também definem o que querem comprar no início do ano ou são mais espontâneas? Já experimentaram algum destes produtos? O que acharam?
Beijinhos e até à próxima.

9 de março de 2018

MocaReviews | The Greatest Showman

Finalmente, depois de, quase dois meses desde que vi o filme no cinema, venho apresentar-vos a minha review de The Greatest Showman.
Eu vi o trailer pela primeira vez, no verão passado, se não me engano, e fiquei imediatamente apaixonada pela música que estava no background. Como ainda se estava nos primórdios da divulgação, ainda não existia muita informação disponível, mas o elenco já estava formado e eu fiquei bastante feliz por ver que o Hugh Jackman seria o protagonista, pois já sabia que ele cantava bem (desde o filme Les Miserables). Além dele, também o Zac Efron (para sempre Troy Bolton), a Zendaya, a Michelle Williams e a Rebecca Ferguson fazem parte do elenco.
Este é o primeiro trabalho do realizador Michael Gracey, que, começou a trabalhar no projeto, em 2011 (já o Hugh tinha sido escolhido para o papel de protagonista). Em 2013, a dupla Pasek and Paul foi escolhida para escrever as músicas e, não poderia ter sido uma escolha mais acertada, pois desde aí eles já escreveram o musical Dear Evan Hansen (do qual vos falei neste vídeo), pelo qual ganharam 2 Tony Awards, escreveram as músicas da segunda temporada da série Smash (NBC) e também para os episódios musicais crossover de Supergirl e The Flash. No mundo do cinema, escreveram as letras do filme La La Land, escreveram uma múscia para Trolls, e estão também a escrever para os live-action da Disney de Aladino e Branca de Neve e os Sete Anões. O lançamento do filme apenas aconteceu em 2017, porque, de acordo com o Hugh Jackman, a Fox estava com medo de produzir um filme musical completamente original.
SINOPSE: O protagonista desta história é o Phineas Taylor Barnum ou P. T. Barnum, um homem que cresceu órfão e pobre, mas ambicioso e com a cabeça cheia de imaginação e ideias. Filho de um alfaiate, sempre desejou mais do que aquilo que tinha e trabalhou para o obter. Já em adulto, consegue ganhar algum dinheiro e abrir um museu de cera, mas depressa percebe que precisa de mudar o foco para algo único e peculiar, introduzindo assim performances ao vivo nunca antes vistas num palco de circo. A sua vasta colecção de excentricidades chegou a ser chamada de espectáculo de bizarrices, mas, sendo ele obcecado pelos aplausos e pela respeitabilidade, que nunca teve durante a infância, aposta tudo o que tem na cantora de ópera Jenny Lind, de forma a apelar à audiência da alta sociedade. Aposta esta, que lhe custará muito mais do que dinheiro.

OPINIÃO: Conhecendo a banda sonora de uma ponta à outra, não me foi difícil perceber a direção que o filme tomaria, mas mesmo assim consegui ser surpreendida por alguns acontecimentos, o que me deixou bastante feliz. Também por já saber as letras de todas as músicas de cor e salteado, foi-me impossível não cantar e dançar enquanto estava sentada na sala de cinema (e eu sou o tipo de pessoa que perde todos os desafios do tipo Tenta Não Cantar, ainda antes de os começar). Portanto, acho que já perceberam que eu absolutamente adorei a banda sonora, especialmente as músicas This Is Me (que deveria ter ganho o Oscar), Rewrite The Stars e From Now On.
Agora, vamos falar sobre a história, o elenco e a sua performance. No geral, acho que todos foram uma boa escolha para o papel que desempenharam, em especial o Hugh, como P.T. e a Keala Settle, como Lettie Lutz (Bearded Lady); além deles, também gostei bastante da química existente entre os personagens do Zac e a Zendaya e, se pudesse, acho que não teria escolhido a Michelle Williams para o papel de esposa do P.T. Mas pronto, não se pode ganhar sempre, não é verdade? Quanto à história gostei bastante de como passaram do P.T. criança para o adulto e da forma como todos os acontecimentos foram evoluindo. Além disso, gostei bastante de como abordaram os temas da discriminação e racismo, tanto entre classes sociais diferentes, como dentro da mesma classe, pois se eram temas atuais no século XIX, infelizmente ainda o são no século XXI.

Depois de tudo o que escrevi, acho que já perceberam que o meu veredito final é que este já se tornou dos meus filmes musicais favoritos, certo? E vocês, já viram o filme ou ouviram a banda sonora? Qual é a vossa opinião?
Beijinhos e até à próxima.